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quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

MARCAS DA COVARDIA
Carne rasgada, alma tatuada pela dor
Seu grito abafado em meio a multidão
Rosto anônimo, olhar atônito sem lágrimas...
Sem sorrisos, sem um grito de socorro,
abafando assim seus sonhos.
Feridas que não cicatrizam
São as marcas do desamor
A violência impera correndo
às soltas pelas sombras das cidades.
Aguarda apenas que a luz da nova aurora
Traga a tão almejada liberdade!

autora:Nanci Laurino.

11 comentários:

Solange Duarte disse...

e essa liberdade, mesmo que tardia, um dia chegará..

bjs.Sol

Zulmira Romariz disse...

Gostei amiga, violência é coisa que
infelizmente cresce cada vez mais,
beijo Irene

Cidália Ferreira disse...

Pois.... Gostei de ler.

Beijinhos

http://coisasdeumavida172.blogspot.pt/

Elisabete disse...

Com o está Irene?
Gostei de ler o poema.
Bjs

vendedor de ilusão disse...

Apesar da profunda beleza poética, é assim, desse modo que a coisas ocorrem...

ALUISIO CAVALCANTE JR disse...

Querida amiga

Toda forma
de violência,
seja física
ou psicológica,
é um muito do amor
que se perde para sempre.

Que ainda haja estrelas em seu coração,
é o que deseja minha vida para a tua.

lia disse...

Oi amiga gostei dessa reflexão, isto faz parte de nossas vidas...infelizmente violência é difícil de conviver.
Carinhoso abraço.
Bom fim de semana.
Apareça.

Magia da Inês disse...


Quanta infelicidade! Quanta poesia para descrevê-la! Sempre sonhamos com um mundo melhor... que, às vezes, parece tão distante!

Ótimo fim de semana, amiga!
Beijinhos.
⋰˚هჱ

. intemporal . disse...

.

.

. liberdade . a quanto obrigas . sem que seja necessário . e ninguém se apercebe disso .

.

. um grande beijinho .

.

.

Existe Sempre Um Lugar disse...

Olá, o poema relata o dor sentida, no entanto, a realidade é o pesadelo do mundo dos sonhos.
AG

O Árabe disse...

Belas escolhas de imagem e texto, Irene. Excelente post, boa semana!