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sábado, 31 de janeiro de 2015

ESTRELAS CAINDO - Célia Taborne Tavares

pintura René Magritti


A fuga é suave
como estrelas caindo.
Teu nome está escrito
no infinito dos meus olhos
e se perdeu neles.

A chuva noturna
deixou gotas de luz
em seu caminho.

Não foi o vento,
foi a harmonia da vida
que despertou a madrugada
e te dissolveu
no azul do céu.



6 comentários:

✿ chica disse...

Beleza de poesia!! bjs, tudo de bom,chica

Nidja Andrade disse...

No espaço as coisas se atraem também, mas tudo num ritmo muito lento pois tudo está muito longe. Na terra, os objetos são atraídos com maior rapidez, tempo todo, por isso nós seres humanos orbitamos planetas e planetas orbitam em nós!......

Elisabete disse...

Um poema bem escolhido.
Bom domingo, Irene

Maria Rodrigues disse...

Excelente escolha, lindo poema.
Beijinhos
Maria

Arco-Íris de Frida disse...

Não foi o vento,
foi a harmonia da vida
que despertou a madrugada
e te dissolveu
no azul do céu.

Achei lindo...

Carmem Grinheiro disse...

Boa noite Irene,
bonito poema de amor que nos traz,
bj amg